E as fintechs dominam o mundo

ezgif-2-5b7b0b659176.gif
 

Nascida como só mais uma maquininha de cartões, a fintech brasileira Stone passou por altas emoções na última semana. Prestes a fazer um IPO e estrear na Nasdaq, a startup sofreu um atentado cibernético e teve parte do código-fonte de seu dispositivo acessado por hackers — felizmente, dados de usuários e clientes permaneceram intocados. As “vítimas” foram a plataforma proprietária Pagar.me e a Stone Pagamentos.

Tendo sido chantageada pelos criminosos (que ameaçavam divulgar seus ganhos na web), a companhia prontamente reforçou seu time de segurança e entrou com tudo no mercado de ações, notificando o incidente à Comissão de Títulos e Câmbio dos Estados Unidos. E, ao que tudo indica, o pequeno vazamento não reduziu o interesse dos gringos pela maquininha esverdeada.

A Stone atingiu um valor de mercado de nada menos do que US$ 9 milhões em seu IPO, vendo suas ações subirem nada menos do que 30% e atraindo nomes interessantes como investidores. A Ant Financial, subsidiária da Alibaba, por exemplo, aportou US$ 100 milhões da fintech; já a Berkshire Hathaway, empresa do mito Warren Buffet, demonstrou interesse em adquirir 14,2 milhões de ações.

O momento parece benéfico para as startups financeiras nacionais. Vale lembrar que, recentemente, a Nubank recebeu um aporte de US$ 180 milhões da chinesa Tencent. A PagSeguro também realizou um IPO em janeiro deste ano, levantando US$ 2,3 milhões na época.


While you were sleeping...

  • Uma empresa lançou o Onion3G, um cartão SIM que só opera na internet móvel e através da rede Tor. Um jeito perfeito de navegar no celular sem se preocupar com operadoras bisbilhoteiras ou VPNs obscuras.

  • A Apple deu um jeito de bloquear a extração de dados através do dispositivo “forense” (much aspas) GrayKey no iOS 12. Os departamentos de polícia ao redor dos EUA devem estar roendo as unhas.

  • A alemã Wolf Intelligence, que desenvolve soluções de vigilância para órgãos da lei, se esqueceu de guardar direito alguns documentos de clientes e vítimas. Os dados estavam em servidores abertos e pastas no Google Drive. Casa de ferreiro…

  • Um funcionário do Serviço Geológico dos Estados Unidos acabou infectando um computador governamental com vírus após acessar nada menos do que 9 mil sites de pornografia. Pense num trabalho que deve ser chato...

 
 
 

GOSTOU?

Se inscreva e receba nossa newsletter com mais conteúdos bacanas como este.

COMPARTILHa com a galera.